O aproveitamento de cortes de carne pode transformar itens com pouca procura em novas oportunidades de venda.
Porém, uma saída menor não significa, necessariamente, baixo potencial comercial. Quando determinados cortes permanecem mais tempo no estoque, a primeira reação pode ser reduzir o preço para acelerar as vendas.
Entretanto, existem outras possibilidades. Quer descobrir quais são elas e faturar mais no seu negócio? Acompanhe o conteúdo até o final!
O comportamento de compra varia conforme região, hábitos de consumo, preço e facilidade de preparo. Além disso, alguns cortes são mais conhecidos pelo consumidor e, consequentemente, possuem procura maior.
Isso cria um desafio para quem trabalha com a matéria-prima inteira. Enquanto determinados produtos apresentam giro rápido, outros podem permanecer mais tempo disponíveis.
Olhar apenas para o corte individual pode esconder outras possibilidades para vender mais no açougue.
A matéria-prima já exigiu investimento em compra, armazenamento, refrigeração, mão de obra e espaço. Portanto, quanto menor seu giro, maior a necessidade de encontrar uma destinação comercial adequada.
Nesse contexto, melhorar o aproveitamento de cortes de carne também significa olhar para o estoque como parte da estratégia de produção.
A atuação do açougueiro pode ajudar nesse giro, sugerindo cortes alternativos, modos de preparo e receitas que valorizam peças menos procuradas.
No entanto, em vez de esperar pela venda daquele corte em sua apresentação tradicional, a empresa pode avaliar formas de transformá-lo em produtos com maior procura.

A resposta depende das características de cada corte, do teor de gordura e da finalidade comercial.
Acém, paleta, peito e músculo bovino, por exemplo, podem ganhar novos destinos quando utilizados na produção de carne moída, hambúrgueres, recheios e determinados embutidos.
Outra possibilidade está na mudança de apresentação. Cortes adequados ao porcionamento podem ser transformados em tiras ou cubos padronizados, formatos com aplicação em espetinhos, estrogonofe, ensopados e refeições prontas.
Essa padronização também facilita a oferta para restaurantes, cozinhas industriais e outros clientes que demandam maior volume (B2B).
Assim, um corte com menor procura no balcão pode ganhar novas aplicações e alcançar outros públicos. O objetivo não é simplesmente “usar as sobras”, mas planejar novos destinos comerciais para a matéria-prima.
Transformar por transformar não garante rentabilidade. Antes de criar um novo produto, é importante avaliar:
Além disso, entram nessa conta fatores como mão de obra, embalagem, armazenamento e capacidade atual dos equipamentos.
Desenvolvemos equipamentos para diferentes etapas do processamento de alimentos, incluindo soluções para corte, moagem, mistura e higienização completa do ambiente.
Com uma estrutura adequada, cortes com menor procura podem ganhar novas possibilidades de processamento e comercialização.
Assim, a sua empresa consegue diversificar o mix, buscar maior aproveitamento da matéria-prima e criar novas oportunidades de venda sem depender apenas da redução de preços.
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