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Lean Manufacturing na indústria alimentícia: como reduzir os 7 desperdícios da produção?

Lean Manufacturing na indústria alimentícia: como reduzir os 7 desperdícios da produção?

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O Lean Manufacturing na indústria alimentícia pode ajudar a resolver um problema que nem sempre aparece nos relatórios: os desperdícios que aumentam os custos de produção sem que o gestor perceba.

Em frigoríficos e agroindústrias, produzir muito não significa, necessariamente, produzir com eficiência. Tempo perdido, movimentações desnecessárias e excesso de matéria-prima preparada podem comprometer a rentabilidade no final do mês.

Para começar, vale conhecer os sete desperdícios que o Lean Manufacturing identifica e entender como eles aparecem na produção de alimentos.

 

O que é Lean Manufacturing na indústria alimentícia?

 

Também conhecido como produção enxuta, o Lean Manufacturing é uma metodologia que busca eliminar atividades que consomem recursos sem agregar valor ao produto.

Na prática, significa produzir com menos desperdício de tempo, materiais, espaço e mão de obra, sem comprometer a qualidade ou a segurança dos alimentos.

Para isso, a metodologia identifica sete tipos de desperdícios que podem ocorrer durante a operação.

 

 

Quais são os 7 desperdícios da produção alimentícia?

 

Acompanhe os tópicos a seguir e veja se eles têm relação com o seu dia a dia produtivo.

 

1. Superprodução: sua indústria produz mais do que precisa?

A superprodução acontece quando a indústria fabrica ou prepara quantidades superiores à demanda ou à capacidade das próximas etapas.

Uma agroindústria que prepara 800 kg de carne, mas consegue processar apenas 500 kg durante o turno, pode enfrentar acúmulo de produtos intermediários.

Para identificar este gargalo produtivo, observe volumes acumulados entre etapas e compare a quantidade preparada com a capacidade real de processamento.

 

2. Espera: quanto tempo sua produção fica parada?

O desperdício por espera acontece quando colaboradores ou etapas da produção ficam parados enquanto aguardam a conclusão de outra atividade.

Em uma agroindústria, por exemplo, a equipe responsável pela fritura de torresmo pode ficar ociosa porque o corte do toucinho não acompanha a demanda.

Quando essa etapa depende de um processo manual lento, o atraso compromete o ritmo da produção.

Por isso, é importante avaliar a capacidade de processamento e identificar oportunidades de melhorar o fluxo, como a utilização de sistemas de corte com duas esteiras.

 

3. Transporte: quantas movimentações poderiam ser evitadas?

Em frigoríficos, movimentar carnes repetidamente entre setores distantes compromete a fluidez da produção.

Por isso, utilizar dispositivos que agilizam o deslocamento da matéria-prima pode facilitar o transporte interno.

Mapeie o caminho percorrido pela matéria-prima e identifique movimentações que poderiam ser reduzidas com uma organização diferente dos setores.

 

4. Processamento excessivo: existem etapas que não agregam valor?

Esse desperdício envolve atividades que consomem recursos sem melhorar o resultado final.

Por exemplo, realizar pesagens repetidas sem necessidade ou transferir ingredientes entre recipientes várias vezes.

Para evitar o processamento excessivo na sua planta, revise os procedimentos e questione a finalidade de cada etapa, preservando os controles sanitários e de qualidade necessários.

 

5. Estoque: o excesso de produtos está elevando os custos?

Estoques acima da necessidade ocupam espaço, exigem controle e aumentam os custos de armazenamento refrigerado.

Além disso, podem elevar o risco de perdas por vencimento ou conservação inadequada.

Para solucionar este gargalo e implementar o Lean Manufacturing na indústria alimentícia, acompanhe o giro dos produtos, os volumes armazenados e o tempo de permanência nas câmaras frias.

 

6. Movimentação: sua equipe perde tempo procurando materiais?

Diferentemente do transporte, esse desperdício envolve os movimentos desnecessários dos colaboradores.

Considere uma equipe que precisa atravessar o setor várias vezes para buscar temperos, utensílios ou embalagens.

Tenha o hábito de observar a rotina dos operadores e organize os materiais próximos aos pontos de utilização.

 

7. Defeitos: quanto custam as falhas de qualidade?

A falta de padrão na produção de alimentos dificulta a implementação do Lean Manufacturing na indústria alimentícia.

Por exemplo, na produção industrial de torresmos, cortes com tamanhos irregulares dificultam a padronização da fritura. Peças menores podem passar do ponto enquanto as maiores ainda não atingiram a textura desejada.

Para evitar tais prejuízos, monitore a padronização dos cortes, os registros de temperatura e a quantidade de produtos descartados por não atenderem aos padrões de qualidade.

 

 


Como a Inox-Design ajuda a implementar o Lean Manufacturing na indústria alimentícia?

 

O Lean Manufacturing na indústria alimentícia envolve identificar gargalos, reduzir desperdícios e melhorar o fluxo de produção. Para isso, é importante contar com equipamentos adequados às necessidades de cada operação.

A Inox-Design desenvolve equipamentos em Aço Inox 304 para a indústria alimentícia, os quais promovem a padronização dos processos, reduzem atividades manuais e contribuem para uma produção eficiente.

Com equipamentos dimensionados para cada aplicação, sua indústria pode aproveitar melhor os recursos, reduzir perdas operacionais e aumentar a produtividade, seguindo os princípios do Lean Manufacturing.

Deseja melhorar o desempenho da sua linha de produção? Entre em contato conosco e conheça nossas soluções.

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