O controle de peso na produção de alimentos nem sempre recebe a devida importância. Porém, essa desatenção é um erro grave de gestão.
Afinal, pequenas diferenças começam a se repetir milhares de vezes. Alguns gramas a mais em uma unidade dificilmente chamam atenção. O que acontece quando o excesso acompanha lotes inteiros, uma semana ou um mês de produção?
É aí que uma variação quase invisível começa a ganhar peso na gestão. Acompanhe o conteúdo para saber mais.
O controle de peso na produção de alimentos pode transformar uma diferença aparentemente insignificante em um número relevante para o custo da operação.
Considere uma produção em que cada disco de hambúrguer saia, em média, apenas 2 gramas acima do peso definido. Em uma peça, praticamente não há impacto. Quando essa diferença se repete, porém, a conta muda:
A pergunta, portanto, não é apenas quanto cada produto pesa, mas quanto de matéria-prima está sendo entregue além do planejado.
Uma maneira simples de começar é calcular quantos quilos estão sendo utilizados além do peso-alvo.
Observe o infográfico abaixo para saber como ter controle de peso na produção de alimentos.

Uma variação de poucos gramas dificilmente chama atenção durante uma rotina intensa. O problema se torna mais visível quando o gestor deixa de olhar apenas para cada peça e passa a analisar lote, turno, semana ou mês.
Por isso, o controle de peso na produção de alimentos também deve ser tratado como uma questão de gestão de dados.
A média de peso, a dispersão entre unidades e a quantidade produzida ajudam a mostrar se pequenos desvios estão se repetindo.
Não existe uma única causa. A variação pode estar relacionada a diferentes pontos do processo, como:
Identificar a origem exige acompanhar o processo e comparar os resultados entre lotes e períodos.
Não necessariamente. Velocidade e repetibilidade são indicadores diferentes.
Uma etapa pode produzir muitas unidades por hora e, ainda assim, apresentar variações frequentes de porcionamento.
Nesse cenário, aumentar a velocidade pode simplesmente fazer o mesmo desvio acontecer mais vezes. A eficiência produtiva depende também da capacidade de repetir parâmetros definidos.
Quando peso e formato permanecem mais consistentes ao longo do processo, a gestão ganha uma base melhor para acompanhar o consumo e rendimento da matéria-prima.
Assim, a operação consegue produzir muito mais unidades por hora trabalhada.
Quanto menor a variação entre uma peça e outra, mais fácil fica acompanhar o rendimento da matéria-prima e identificar desvios ao longo da produção.
Uma forma de avançar nesse controle é mecanizar etapas que ainda dependem fortemente do porcionamento manual.
Os equipamentos para padronizar a formação de hambúrgueres, por exemplo, reduzem a dependência de variações próprias do trabalho manual.
Esta ferramenta cria um processo mais consistente, no qual peso, produção e rendimento podem ser acompanhados com mais precisão.
Quando a produção chega a milhares de unidades, poucos gramas de diferença deixam de ser um detalhe e passam a ser um indicador de gestão.
A Inox-Design desenvolve equipamentos para diferentes etapas do processamento de carnes e alimentos, com soluções voltadas à padronização e à repetibilidade dos processos produtivos.
Para empresas que buscam acompanhar melhor rendimento, matéria-prima e produtividade, esse tipo de controle pode trazer mais previsibilidade para a operação.
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