Como faturar com torresmo começa por olhar de outra forma para uma matéria-prima que muitos açougues ainda vendem por pouco ou simplesmente descartam: pele, gordura e aparas suínas.
Quando esses insumos são transformados em torresmo à pururuca, o que antes tinha baixo valor pode se tornar um produto de alta procura, capaz de aumentar o ticket médio e criar uma nova fonte de receita para o negócio.
Leia este conteúdo até o final e conheça a estratégia que transforma desperdício em receita no final do mês.
Considere um exemplo simples: se a pele suína custa cerca de R$ 6,00 por quilo e o produto final pode ser vendido por valores acima de R$ 70,00 por quilo, existe uma diferença entre o valor da matéria-prima e o preço do produto processado.
É claro que, dessa conta, ainda devem ser descontados custos de produção, como óleo, energia, mão de obra, temperos, embalagem, impostos e perdas de produção.
Mesmo assim, o potencial de valorização é significativo. Se a operação conseguir gerar cerca de R$ 500 adicionais por dia, em 30 dias, esse valor pode chegar a R$ 15.000 no mês.
O resultado real dependerá da margem, do volume produzido e da demanda de cada estabelecimento.
Sem um processo estruturado, a pele suína pode acabar sendo vendida por poucos reais ou subaproveitada. Na prática, é dinheiro que poderia permanecer dentro do próprio negócio.
Agora imagine o balcão com torresmos dourados, crocantes e prontos para consumo.
Além de aproveitar melhor a matéria-prima, o açougue cria um produto que estimula a compra por impulso e pode aumentar o valor médio de cada venda.
É nesse cenário que como faturar com torresmo deixa de ser apenas uma ideia e passa a fazer parte da estratégia comercial.
Quando o volume aumenta, depender de métodos improvisados pode limitar a produção. Isso para não mencionar os riscos envolvidos em um processo de fritura mal dimensionado.
Um equipamento profissional para fritura de torresmos ajuda a trabalhar com mais capacidade, controle e padronização, tornando o processo mais adequado e seguro a uma rotina comercial.
Entre os principais benefícios estão:
Com mais produtividade, o açougue consegue atender uma demanda maior sem transformar a produção de torresmos em um gargalo.

A apresentação também interfere no valor percebido pelo consumidor.
Uma solução profissional para prensagem de torresmos facilita a produção de cubos sem gordura em excesso, algo muito valorizado pelo consumidor atual.
As prensas podem atingir uma produção diária de 1.500 kg. Ou seja, a produção ganha em escala sem abrir mão da qualidade e do sabor.
Isso ajuda a padronizar peso, formato, porções e custos, além de tornar a produção mais saudável.
Transformar pele suína em torresmo significa agregar valor a uma matéria-prima de baixo custo e criar mais uma oportunidade de faturamento.
Com Fritadores e Prensas profissionais da Inox-Design, o açougue pode estruturar essa produção com mais capacidade, padronização e controle.
Conheça as soluções da Inox-Design para produção de torresmos e descubra como transformar matéria-prima em uma nova fonte de receita para o seu negócio.
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