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Como calcular a capacidade de produção por hora na sua fábrica de alimentos?

Como calcular a capacidade de produção por hora na sua fábrica de alimentos?

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A capacidade de produção por hora mostra por que alguns açougues conseguem atender mais pedidos e manter o balcão abastecido, mesmo com equipes e jornadas semelhantes.

Muitas vezes, a diferença está no tempo perdido com cortes manuais, moagem, mistura, embutimento e limpeza entre uma etapa e outra.

Afinal, quanto custa um dia de produção operando abaixo da velocidade porque sua empresa ainda depende de tarefas manuais?

Descubra aqui!

 

O que é capacidade de produção por hora e por que você deve medi-la?

 

A capacidade produtiva representa o volume que uma linha, máquina ou equipe consegue processar em determinado tempo. Em uma fábrica de alimentos, ela pode indicar quantos quilos, unidades, lotes ou embalagens saem por hora.

Sem essa informação, o açougue funciona com base em estimativas, um erro operacional grave. Medir a produção por hora ajuda a:

 

  • Estimar prazos com mais precisão;
  • Calcular custos por lote;
  • Planejar turnos e equipes;
  • Identificar perdas de tempo;
  • Avaliar novos investimentos;
  • Negociar contratos com mais segurança.

 

Quando a empresa não conhece sua capacidade real, aumenta o risco de atrasos, horas extras e perda de contratos com grandes compradores.

 

 

Como calcular a capacidade de produção por hora na fábrica de alimentos?

 

A fórmula básica considera a quantidade produzida e o tempo utilizado:

 

  • Capacidade por hora = quantidade produzida ÷ número de horas trabalhadas

 

No entanto, mais variáveis entram nesta equação. Observe o infográfico abaixo e perceba o custo que as paradas têm na linha de produção.

 

 

Portanto, as interrupções fizeram a fábrica deixar de aproveitar 25% do tempo disponível.

 

Como identificar gargalos que reduzem a velocidade da linha?

 

O maior problema nem sempre está na etapa mais complexa. Muitas vezes, o desperdício oculto aparece em tarefas simples, repetitivas e manuais.

Observe pontos como:

 

  • Demora no corte ou na moagem;
  • Mistura com tempos irregulares;
  • Alimentação manual das máquinas;
  • Pesagem lenta;
  • Deslocamento excessivo de matérias-primas;
  • Pausas causadas por fadiga;
  • Diferenças de ritmo entre operadores;
  • Espera entre uma etapa e outra;
  • Retrabalho por falta de padronização.

 

Cronometre cada processo separadamente. Depois, compare os resultados.

 

Quanto o trabalho manual pode custar para a fábrica?

 

O trabalho manual não gera prejuízo apenas pelo tempo utilizado. Ele também aumenta a variação da produção, a dependência da equipe e o risco de falhas.

A fadiga reduz o ritmo ao longo do turno. Além disso, tarefas repetitivas podem gerar erros de pesagem, cortes fora do padrão e desperdício de matéria-prima.

Essas perdas nem sempre aparecem de forma clara na planilha. Porém, elas elevam o custo por unidade e reduzem a margem de lucro.

Enquanto isso, concorrentes automatizados conseguem manter um ritmo mais constante. Assim, entregam mais produtos no mesmo período e assumem contratos maiores.

 

Como a automação pode ampliar a entrega por turno?

 

O maquinário adequado para açougues profissionais reduz tarefas manuais, padroniza os ciclos e mantém uma produção mais estável. Dependendo do processo, a automação pode dobrar a entrega por turno.

Para comparar os cenários, calcule a capacidade de produção por hora antes e depois da automação. Em seguida, analise:

 

  • Volume produzido;
  • Quantidade de operadores necessários para realizar o mesmo trabalho;
  • Perdas de matéria-prima;
  • Tempo de limpeza;
  • Consumo de energia;
  • Índice de retrabalho;
  • Custo por unidade;
  • Retorno sobre o investimento.

 

Assim, o gestor deixa de enxergar a compra de uma máquina apenas como um custo. Ele passa a avaliar quanto a lentidão atual já retira da empresa todos os meses.

 

 

Como a Inox-Design pode aumentar a produtividade da sua fábrica?

 

A Inox-Design desenvolve equipamentos industriais em Aço Inox 304 para diferentes etapas da produção de alimentos, como mistura, moagem, corte, formação, fritura, lavagem e ensaque.

Cada projeto considera as necessidades reais da operação, a capacidade desejada e a integração com a linha existente. Dessa forma, a fábrica reduz gargalos, melhora a padronização e aproveita melhor cada turno.

Não espere perder um grande contrato para descobrir que a produção manual atingiu o limite.

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